{"id":62351,"date":"2026-03-05T14:18:00","date_gmt":"2026-03-05T17:18:00","guid":{"rendered":"https:\/\/anjosehistoriassagradas.com\/ptbr\/nos-tornamos-anjos-ao-morrer-a-resposta-definitiva-da-teologia\/"},"modified":"2026-03-05T14:18:00","modified_gmt":"2026-03-05T17:18:00","slug":"nos-tornamos-anjos-ao-morrer-a-resposta-definitiva-da-teologia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/anjosehistoriassagradas.com\/ptbr\/nos-tornamos-anjos-ao-morrer-a-resposta-definitiva-da-teologia\/","title":{"rendered":"Nos tornamos anjos ao morrer? A resposta definitiva da teologia"},"content":{"rendered":"<p class='summarization'><strong>Nos vamos nos tornar anjos ao morrer? A teologia responde que n\u00e3o: as Escrituras e os pais da igreja ensinam que somos restaurados e elevados \u00e0 comunh\u00e3o divina em um corpo ressuscitado e incorrupt\u00edvel, preservando nossa identidade humana em plenitude, n\u00e3o convertendo\u2011nos em seres ang\u00e9licos.<\/strong><\/p>\n<p><strong>nos vamos nos tornar anjos<\/strong>? Essa pergunta toca o desejo humano mais profundo. Ao olhar para a B\u00edblia e a tradi\u00e7\u00e3o, a teologia oferece respostas que combinam mist\u00e9rio e cuidado pastoral.<\/p>\n<p><\/p>\n<h2>O que a B\u00edblia diz sobre ser semelhante a anjos<\/h2>\n<p>A Palavra de Deus usa a imagem dos anjos para iluminar o destino humano quando fala da ressurrei\u00e7\u00e3o. Jesus diz que, na vida vindoura, as pessoas \u201cs\u00e3o como os anjos no c\u00e9u\u201d (Mateus 22:30; Lucas 20:34\u201336), e essa compara\u00e7\u00e3o quer nos aproximar da ideia de <strong>liberta\u00e7\u00e3o das fraquezas terrenas<\/strong> \u2014 n\u00e3o de transforma\u00e7\u00e3o literal em outro tipo de criatura. O texto b\u00edblico procura traduzir, em linguagem familiar, a novidade de uma exist\u00eancia marcada pela presen\u00e7a plena de Deus.<\/p>\n<p>Nos relatos b\u00edblicos, os anjos s\u00e3o seres criados com fun\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias: mensageiros, servidores do trono divino e testemunhas da santidade de Deus. Assim, a semelhan\u00e7a prometida n\u00e3o confunde as categorias; ela indica <strong>imortalidade, vida em comunh\u00e3o com Deus e liberdade das necessidades puramente humanas<\/strong>. Ler esses vers\u00edculos com cuidado ajuda a ver que a Escritura aponta para uma qualidade de vida transformada, e n\u00e3o para uma mudan\u00e7a f\u00edsica simples e literal.<\/p>\n<p>Essa imagem tem um efeito pr\u00e1tico e consolador para a f\u00e9: ela nos convida a viver na esperan\u00e7a e a cultivar j\u00e1 agora atitudes que refletem a vida futura \u2014 amor, servi\u00e7o e confian\u00e7a em Deus. Em vez de prender-se a fantasias sobre asas ou formas, a tradi\u00e7\u00e3o b\u00edblica nos chama a esperar uma participa\u00e7\u00e3o mais plena na vida divina, uma realidade que orienta nossas escolhas e sustenta nosso caminhar.<\/p>\n<h2>Como os pais da igreja entenderam a transforma\u00e7\u00e3o humana<\/h2>\n<p><img src='https:\/\/anjosehistoriassagradas.com\/ptbr\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/como-os-pais-da-igreja-entenderam-a-transformacao-humana.webp' alt='Como os pais da igreja entenderam a transforma\u00e7\u00e3o humana' title='Como os pais da igreja entenderam a transforma\u00e7\u00e3o humana' \/><\/p>\n<p>Os pais da igreja leram a promessa b\u00edblica da ressurrei\u00e7\u00e3o como uma transforma\u00e7\u00e3o que restaura o ser humano, e n\u00e3o como uma mudan\u00e7a para ser um anjo. Para Ireneu, a obra de Cristo \u00e9 uma <strong>recapitula\u00e7\u00e3o<\/strong> que reconstr\u00f3i a humanidade em sua voca\u00e7\u00e3o original; assim, a vida futura \u00e9 continuidade curada, n\u00e3o substitui\u00e7\u00e3o de natureza. Athanasius afirma que Cristo veio para que possamos participar da vida divina, uma ideia de <strong>deifica\u00e7\u00e3o<\/strong> que aponta para comunh\u00e3o mais profunda com Deus.<\/p>\n<p>Greg\u00f3rio de Nissa e outros te\u00f3logos orientais descrevem a ressurrei\u00e7\u00e3o como a entrada num corpo incorrupt\u00edvel, preservando a identidade pessoal mas elevando-a pela gra\u00e7a. Agostinho enfatiza a continuidade do eu: somos n\u00f3s mesmos, libertos das limita\u00e7\u00f5es e da corrup\u00e7\u00e3o. Essas leituras usam imagens antigas para dizer que a mudan\u00e7a \u00e9 sobretudo relacional e moral, fruto da presen\u00e7a transformadora de Deus.<\/p>\n<p>Essa vis\u00e3o patr\u00edstica traz consolo e dire\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica: ela nos chama a viver j\u00e1 os frutos da vida vindoura \u2014 amor, ora\u00e7\u00e3o e servi\u00e7o \u2014 em vez de alimentar fantasias sobre asas ou metamorfoses. A tradi\u00e7\u00e3o dos pais da igreja convida \u00e0 esperan\u00e7a ativa, vendo na ressurrei\u00e7\u00e3o uma restaura\u00e7\u00e3o que realiza nossa voca\u00e7\u00e3o \u00e0 comunh\u00e3o com Deus e com os outros.<\/p>\n<h2>Paulo, o corpo glorificado e a linguagem sobre semelhan\u00e7a<\/h2>\n<p>Paulo descreve a ressurrei\u00e7\u00e3o com imagens simples e fortes que tocam o cora\u00e7\u00e3o: o corpo \u00e9 semeado <em>corrupt\u00edvel<\/em> e ressuscita <em>incorrupt\u00edvel<\/em> (1 Cor\u00edntios 15). Ele usa a imagem da semente para mostrar continuidade \u2014 n\u00e3o uma troca de identidade \u2014 e anuncia uma transforma\u00e7\u00e3o que preserva quem somos, mas o eleva. Essa linguagem quer nos dar esperan\u00e7a concreta sobre o futuro do corpo, mostrando que h\u00e1 um modo novo de exist\u00eancia preparado por Deus.<\/p>\n<p>Quando fala em <strong>corpo glorificado<\/strong> ou no <strong>soma pneumatikon<\/strong>, Paulo n\u00e3o sugere que nos tornemos anjos. Ele aponta para uma condi\u00e7\u00e3o humana restaurada e cheia do Esp\u00edrito, uma vida em que o corpo serve livremente ao Esp\u00edrito e participa da gl\u00f3ria de Cristo (Filipenses 3:21). A \u00eanfase \u00e9 relacional: sermos conformes a Cristo, partilhar sua vida, e viver na comunh\u00e3o definitiva com Deus.<\/p>\n<p>Essa vis\u00e3o tem peso pastoral: ela afirma a dignidade do corpo e oferece consolo frente \u00e0 morte. Saber que nossa vida pessoal ser\u00e1 redimida inspira cuidado com o presente \u2014 com a justi\u00e7a, o amor e a ora\u00e7\u00e3o \u2014 e cria coragem para enfrentar o fim com confian\u00e7a. Viver na luz dessa promessa nos ajuda a cuidar do corpo agora, como um templo em caminho para a plenitude que Deus promete.<\/p>\n<h2>Diferen\u00e7a teol\u00f3gica entre anjo, esp\u00edrito e corpo glorificado<\/h2>\n<p><img src='https:\/\/anjosehistoriassagradas.com\/ptbr\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/diferenca-teologica-entre-anjo-espirito-e-corpo-glorificado.webp' alt='Diferen\u00e7a teol\u00f3gica entre anjo, esp\u00edrito e corpo glorificado' title='Diferen\u00e7a teol\u00f3gica entre anjo, esp\u00edrito e corpo glorificado' \/><\/p>\n<p>Na B\u00edblia, os anjos aparecem como seres criados que servem a Deus e cumprem seu des\u00edgnio. Eles atuam como mensageiros e ministros ao redor do trono divino, mostrando uma fun\u00e7\u00e3o distinta da nossa condi\u00e7\u00e3o humana. Ver os anjos assim ajuda a separar pap\u00e9is: eles n\u00e3o s\u00e3o modelos de transforma\u00e7\u00e3o humana, mas sinais da a\u00e7\u00e3o de Deus.<\/p>\n<p>O <strong>esp\u00edrito humano<\/strong> \u00e9 a parte interior que recebe o sopro de vida, guarda a mem\u00f3ria e alimenta a vontade e a rela\u00e7\u00e3o com Deus. Textos como G\u00eanesis e as cartas de Paulo falam de esp\u00edrito, alma e corpo em di\u00e1logo, sem confundi-los. O esp\u00edrito preserva a identidade pessoal e mant\u00e9m a continuidade da pessoa mesmo quando o corpo passa por mudan\u00e7a.<\/p>\n<p>O <strong>corpo glorificado<\/strong> \u00e9 a esperan\u00e7a b\u00edblica de um corpo ressuscitado, incorrupt\u00edvel e adequado para viver na plena comunh\u00e3o com Deus, como Paulo descreve em 1 Cor\u00edntios 15. Essa transforma\u00e7\u00e3o eleva a nossa humanidade, sem nos tornar anjos: conserva quem somos, mas em plenitude. Compreender essa diferen\u00e7a traz consolo e dire\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica, levando-nos a cuidar do corpo e do esp\u00edrito enquanto esperamos a plena reden\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2>Textos-chave: Lucas, Mateus e as imagens escatol\u00f3gicas<\/h2>\n<p>Nos evangelhos de Lucas e Mateus, Jesus usa imagens simples para falar do fim dos tempos e da ressurrei\u00e7\u00e3o. Em Mateus ele afirma que, na vida vindoura, as pessoas \u201cs\u00e3o como os anjos no c\u00e9u\u201d (Mateus 22:30), e em Lucas aparece a ideia de que os redimidos ser\u00e3o chamados <strong>filhos da ressurrei\u00e7\u00e3o<\/strong> (Lucas 20:34\u201336). Essas imagens n\u00e3o descrevem detalhes t\u00e9cnicos; elas querem transmitir um fato central: a morte n\u00e3o \u00e9 o \u00faltimo ato, e a rela\u00e7\u00e3o com Deus muda para sempre.<\/p>\n<p>Lucas costuma enfatizar a dignidade restaurada da pessoa ressuscitada, enquanto Mateus usa os anjos como s\u00edmbolo da ordem divina que reina no fim. Os evangelhos apresentam tamb\u00e9m os anjos como agentes da a\u00e7\u00e3o final \u2014 reunindo, servindo e separando conforme a vontade de Deus (por exemplo, Mateus 13:41; 24:31). Assim, a linguagem escatol\u00f3gica coloca os anjos em papel funcional: <strong>ministros da justi\u00e7a e da gl\u00f3ria<\/strong>, n\u00e3o modelos da nossa identidade.<\/p>\n<p>Para quem cr\u00ea, essas imagens trazem consolo e dire\u00e7\u00e3o: elas convidam a olhar a vida presente com esperan\u00e7a e a viver conforme a promessa da ressurrei\u00e7\u00e3o. Em vez de imaginar uma metamorfose em seres alados, os textos nos chamam a esperar uma participa\u00e7\u00e3o plena na vida de Deus, a cultivar amor e servi\u00e7o agora, e a confiar que a transforma\u00e7\u00e3o ser\u00e1 pessoal, relacional e boa.<\/p>\n<h2>Como viver agora \u00e0 luz da esperan\u00e7a da ressurrei\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p><img src='https:\/\/anjosehistoriassagradas.com\/ptbr\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/como-viver-agora-a-luz-da-esperanca-da-ressurreicao.webp' alt='Como viver agora \u00e0 luz da esperan\u00e7a da ressurrei\u00e7\u00e3o' title='Como viver agora \u00e0 luz da esperan\u00e7a da ressurrei\u00e7\u00e3o' \/><\/p>\n<p>Viver \u00e0 luz da <strong>esperan\u00e7a da ressurrei\u00e7\u00e3o<\/strong> muda o modo como encaramos o dia a dia. Em vez de fugir da fragilidade, aprendemos a acolh\u00ea\u2011la como parte do caminho que Deus transforma. Esse olhar nos ajuda a escolher gestos simples: perdoar mais r\u00e1pido, ouvir com cuidado e dedicar tempo aos que sofrem.<\/p>\n<p>As pr\u00e1ticas crist\u00e3s tornam essa esperan\u00e7a concreta: ora\u00e7\u00e3o cotidiana, participa\u00e7\u00e3o na comunidade e aten\u00e7\u00e3o ao pr\u00f3ximo. Quando cuidamos do corpo doente, alimentamos o corpo da f\u00e9; quando partilhamos o p\u00e3o, lembramos que a vida futura \u00e9 comunh\u00e3o. <strong>Cuidar do corpo<\/strong> e servir o outro s\u00e3o sinais vis\u00edveis de uma f\u00e9 que espera uma plenitude j\u00e1 prometida.<\/p>\n<p>Por fim, essa esperan\u00e7a d\u00e1 coragem diante da morte e sentido \u00e0s nossas a\u00e7\u00f5es. Saber que a vida n\u00e3o se perde, mas \u00e9 redimida, inspira escolhas \u00e9ticas e pequenas fidelidades di\u00e1rias. Viver assim \u00e9 testemunhar que a promessa transforma o presente, tornando cada gesto de amor e servi\u00e7o parte da hist\u00f3ria de salva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2>Uma ora\u00e7\u00e3o para seguir adiante<\/h2>\n<p>Senhor, ao olhar para a promessa da vida que vence a morte, concede\u2011nos um cora\u00e7\u00e3o sereno. Que a luz da Tua esperan\u00e7a nos acalme nas noites de medo e nos sustente nas horas de tristeza.<\/p>\n<p>Ajuda\u2011nos a viver com gestos simples de amor e servi\u00e7o, lembrando que a <strong>esperan\u00e7a da ressurrei\u00e7\u00e3o<\/strong> n\u00e3o nos afasta da realidade, mas a ilumina. Que cada perd\u00e3o, cada palavra amiga e cada alimento partilhado sejam sinais da vida nova que esperamos.<\/p>\n<p>Que a paz que vem de Ti guie nossas escolhas e torne nossa rotina um pequeno culto de fidelidade. Ensina\u2011nos a cuidar do corpo e do esp\u00edrito, a honrar a hist\u00f3ria dos que passaram e a acolher os vivos com ternura.<\/p>\n<p>Que a gra\u00e7a nos acompanhe hoje e todos os dias, e que possamos carregar esta esperan\u00e7a no gesto e no olhar. Am\u00e9m.<\/p>\n<h2>FAQ \u2013 Perguntas comuns sobre se tornarmos anjos e a esperan\u00e7a da ressurrei\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<h3>A B\u00edblia diz que nos tornaremos anjos quando morrermos?<\/h3>\n<p>N\u00e3o. Jesus compara a vida futura \u00e0 condi\u00e7\u00e3o dos anjos ao responder sobre o casamento (Mateus 22:30; Lucas 20:34\u201336), mas o sentido \u00e9 liberta\u00e7\u00e3o da morte e mudan\u00e7a de rela\u00e7\u00e3o, n\u00e3o transforma\u00e7\u00e3o em outra esp\u00e9cie. A Escritura e a tradi\u00e7\u00e3o falam de continua\u00e7\u00e3o e eleva\u00e7\u00e3o da pessoa, n\u00e3o de metamorfose em anjo.<\/p>\n<h3>O que Jesus quis dizer com \u201cser como os anjos no c\u00e9u\u201d?<\/h3>\n<p>No contexto evang\u00e9lico, a express\u00e3o aponta para uma nova qualidade de vida: imortalidade, liberdade das necessidades terrestres e servi\u00e7o a Deus. Os anjos aparecem como s\u00edmbolos de uma ordem em que a presen\u00e7a de Deus \u00e9 plena; portanto, a compara\u00e7\u00e3o sublinha a dignidade e a comunh\u00e3o vindouras, n\u00e3o uma mudan\u00e7a de natureza.<\/p>\n<h3>Como a linguagem de Paulo sobre o corpo glorificado se relaciona a essa quest\u00e3o?<\/h3>\n<p>Paulo descreve a ressurrei\u00e7\u00e3o usando imagens de semente e corpo transformado (1 Cor\u00edntios 15:42\u201344; Filipenses 3:21). Ele aponta para um \u00abcorpo incorrupt\u00edvel\u00bb e um \u00abcorpo espiritual\u00bb que preserva a identidade pessoal. A \u00eanfase \u00e9 na reden\u00e7\u00e3o do corpo humano, participando da gl\u00f3ria de Cristo, n\u00e3o em virar um anjo.<\/p>\n<h3>Os pais da igreja ensinaram que viramos anjos ap\u00f3s a morte?<\/h3>\n<p>N\u00e3o. Os pais da igreja leram a ressurrei\u00e7\u00e3o como restaura\u00e7\u00e3o ou deifica\u00e7\u00e3o da humanidade (por exemplo, Ireneu, Atan\u00e1sio, Greg\u00f3rio de Nissa, Agostinho). Eles insistiram na continuidade pessoal e na eleva\u00e7\u00e3o pela gra\u00e7a, vendo a vida futura como cumprimento da voca\u00e7\u00e3o humana, n\u00e3o como troca de esp\u00e9cie.<\/p>\n<h3>Qual \u00e9 a diferen\u00e7a teol\u00f3gica entre anjo, esp\u00edrito e corpo glorificado?<\/h3>\n<p>Angelos s\u00e3o um modo de criatura criado para servir a Deus; o esp\u00edrito humano \u00e9 a dimens\u00e3o interior que sustenta a identidade e a rela\u00e7\u00e3o com Deus; o corpo glorificado \u00e9 a esperan\u00e7a de um corpo redimido e adequado \u00e0 vida eterna (Hebreus 1:14; 1 Cor\u00edntios 15). Assim, a distin\u00e7\u00e3o preserva tanto a singularidade humana quanto a miss\u00e3o ang\u00e9lica.<\/p>\n<h3>Como essa esperan\u00e7a da ressurrei\u00e7\u00e3o deve orientar minha vida pr\u00e1tica hoje?<\/h3>\n<p>Ela convoca a viver com coragem e compaix\u00e3o: cuidar do corpo e dos enfermos, cultivar perd\u00e3o, participar da comunidade e orar. A esperan\u00e7a transforma escolhas \u00e9ticas e pequenos gestos de amor em sinais da vida futura. Essa pr\u00e1tica j\u00e1 agora testemunha a f\u00e9 na promessa e fortalece diante da morte.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>nos vamos nos tornar anjos? Descubra, \u00e0 luz da teologia e da Escritura, o que a tradi\u00e7\u00e3o realmente ensina sobre nossa transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"author":11,"featured_media":62344,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":"","ocean_post_oembed":"","ocean_post_self_hosted_media":"","ocean_post_video_embed":"","ocean_link_format":"","ocean_link_format_target":"self","ocean_quote_format":"","ocean_quote_format_link":"post","ocean_gallery_link_images":"on","ocean_gallery_id":[],"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[1661],"tags":[],"class_list":["post-62351","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-paraiso-e-ceu","entry","has-media"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/anjosehistoriassagradas.com\/ptbr\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/62351","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/anjosehistoriassagradas.com\/ptbr\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/anjosehistoriassagradas.com\/ptbr\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anjosehistoriassagradas.com\/ptbr\/wp-json\/wp\/v2\/users\/11"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anjosehistoriassagradas.com\/ptbr\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=62351"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/anjosehistoriassagradas.com\/ptbr\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/62351\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anjosehistoriassagradas.com\/ptbr\/wp-json\/wp\/v2\/media\/62344"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/anjosehistoriassagradas.com\/ptbr\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=62351"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/anjosehistoriassagradas.com\/ptbr\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=62351"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/anjosehistoriassagradas.com\/ptbr\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=62351"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}